11 de março de 2015

Basta de demissões! Solidariedade aos companheiros da Bosch que estão em luta!



Apoiamos a luta dos operários(as) da Bosch e do sindicato, não podemos aceitar a prática anti-sindical e as demissões. A organização dos trabalhadores é um direito e precisa ser assegurado.

PSTU Curitiba
Os trabalhadores brasileiros e os seus sindicatos não podem aceitar as demissões na indústria. A garantia do emprego, do sustento da família, é o mínimo que um operário (a) pode exigir neste sistema capitalista que explora a força de trabalho e joga milhões de seres humanos no abismo da miséria. Não podemos aceitar as demissões na Bosch e demais empresas da grande Curitiba, assim como não podemos tolerar a péssimas condições de trabalho as quais os operários(as) estão submetidos.

No caso da Bosch, a situação é agravada diante da denúncia feita pelo sindicato, de que a empresa demitiu um delegado sindical, o que configura prática anti-sindical e perseguição ao direito democrático de organização dos trabalhadores. Precisamos cercar de solidariedade esta luta e denunciar a postura truculenta e arbitrária desta empresa. Basta de perseguições e assédio moral!


Os responsáveis pela crise econômica que vivemos são os grandes capitalistas, banqueiros e grandes empresários da indústria e do agronegócio. Eles contam com o apoio dos governos que aplicam os seus planos políticos e econômicos. Mesmo nos momentos de crescimento da economia temos que lutar muito para conquistar melhorias em nossos salários, benefícios e condições de trabalho. A classe operária é a locomotiva principal desta sociedade, trata-se da classe produtora e criadora, não podemos aceitar nenhum tipo de ataque por parte dos governos e patrões.

A crise econômica é usada como pretexto para retirar os direitos e conquistas dos trabalhadores em todo país, é o que vemos com as medidas de austeridade do governo federal do PT e estadual do PSDB. Recentemente, o tucano Beto Richa, enfrentou a maior greve da história do funcionalismo público no Paraná, sob o pretexto da crise, ele queria impor um “pacotaço” que retirava direitos dos servidores e foi derrotado.

Neste início de ano, estamos pagando caro com o aumento dos impostos e tarifas nas diversas esferas (federal, estadual e municipal), o custo de vida não para de subir e os salários perdem o poder de compra. Ao mesmo tempo, o governo da presidenta Dilma (PT) editou as Medidas Provisórias 664 e 665 que, entre outras coisas, ataca direitos como o seguro desemprego, auxílio-doença, pensão por morte e o PIS/abono. Entre outras medidas, existe a real possibilidade de voltar o fantasma da PL 4330, projeto de lei que irá regulamentar a terceirização das atividades-fim nas empresas.

Nenhum direito a menos! Esta deve ser a principal reivindicação neste momento de crise. Junto a isso, é preciso lutar para garantir os postos de trabalho, e não há outra forma de fazê-lo, senão, exigir a redução da jornada de trabalho sem a redução dos salários! Se impormos esta reivindicação, as empresas serão obrigas a repartir as horas de trabalho disponíveis entre os trabalhadores para manter os empregos.

Nenhum direito a menos! Não pagaremos pela crise!

Basta de demissões! Redução da jornada de trabalha sem redução dos salários!

Diante do aumento do custo de vida, exigimos o aumento dos salários!

Condições dignas de trabalho! Basta de ataques ao direito de organização dos trabalhadores!

Abertura das contas e do segredo comercial das grandes empresas que demitirem os operários!

Estatização sob controle operário de todas as grandes empresas que demitirem!

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