6 de maio de 2014

Moção de repúdio

Atenção: Pedimos a todas as entidades e movimentos sociais que enviem esta moção de repúdio aos endereços citados abaixo, contribuindo assim para que acabe de uma vez por todas a perseguição política e o assédio moral ao companheiro Bruno Coga. 



Os endereços eletrônicos aos quais devem ser enviados esta moção de repúdio:
smtintori@uem.br - Diretora do Hemocentro
sec-dhe@uem.br - Institucional do Hemocentro
sec-hum@uem.br - Institucional do HU
cspconlutasparana@yahoo.com.br – CSP Conlutas PR

Moção de repúdio à chefia do Hemocentro Regional de Maringá (UEM) pela perseguição política ao trabalhador Bruno Coga

Consideramos um absurdo a perseguição política e a prática de assédio moral que Bruno vem sofrendo. Desde outubro do ano passado nosso companheiro e servidor da UEM, sofre com o assédio moral e perseguição política por parte de sua chefia no Hemocentro Regional de Maringá, que culminou no afastamento de seu local de trabalho e transferência para outro setor do Hospital da Universidade Estadual de Maringá.

Esse ataque se deve a uma postagem feita por Bruno em seu perfil no facebook, quando da visita do Governador Beto Richa à Maringá para a inauguração do novo prédio do hemocentro.

À época, Bruno denunciou a falta de servidores para atender os novos pacientes e o impacto que a sobrecarga de trabalho traria aos funcionários.

Embora a postagem tenha se caracterizado como uma crítica a Beto Richa e sua falta de compromisso real com a saúde pública no Estado, a mesma irritou a Diretora do Hemocentro, a médica Sílvia Maria Tintori, que tomou a crítica política como uma ofensa pessoal e a partir de então passou a perseguir nosso militante de forma descabida, através de intimidação pessoal e mudança arbitrária de seu horário de trabalho.

Na ocasião, a Diretora chegou a solicitar sua transferência de setor e que a superintendência do HU abrisse uma sindicância contra o mesmo, o que obviamente não foi acatado naquele momento. O último episódio desta perseguição foi uma advertência escrita a Bruno, por ele simplesmente ter feito um questionamento a um palestrante, descordando de suas ideias. A partir deste episódio Bruno foi notificado de que não deveria mais se apresentar no Hemocentro para o trabalho, mas sim à Superintendência do Hospital Universitário. Este processo trouxe consequências para sua saúde física e psicológica, que levou o companheiro a se afastar do trabalho para cuidar de sua saúde.

É inadmissível no estado democrático de direito que um trabalhador seja perseguido por suas opiniões políticas, que ademais de executar suas funções de maneira exemplar, sempre lutou pela instituição a qual pertence e seus trabalhadores, denunciando o descaso com nossa universidade, os sistemáticos cortes de verbas por parte de governos à UEM, piora das condições de trabalho para os servidores, o sucateamento do ensino público superior estadual. Enfim, todo o ataque que a UEM e as outras universidades estaduais sofreram nos últimos anos.

Bruno é servidor da UEM há 7 anos, foi membro eleito do Conselho Universitário, é reconhecido na comunidade acadêmica por sua trajetória de lutas ao lado dos servidores, professores e alunos. Sempre defendeu a universidade pública, gratuita e de qualidade, e por sua inserção política nos movimentos sociais.

Não aceitamos essas represálias, trata-se de perseguição política e assédio moral. Sempre estaremos ao lado daqueles e daquelas que lutam pelos trabalhadores.

Diante do exposto, exigimos:

- Pelo fim da perseguição política ao companheiro Bruno!
- Em defesa da democracia e da liberdade de expressão na UEM!
- Contra a criminalização dos movimentos sociais e dos ativistas que lutam por melhores condições de vida      e trabalho e por uma sociedade mais justa!
- Por mais servidores para a UEM, HU e Hemocentro! Concurso público já! Por melhores condições trabalho e fim do assédio moral!

Nome da Entidade: _________________________


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